sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

20º Ciclo de Teatro Universitário da Beira Interior ocorre no início de março

 
Rui Pires e Sérgio Novo, diretores do evento.
Foto: Tâmela Grafolin
  Ocorre entre os dias 3 e 12 de março a 20ª edição do Ciclo de Teatro Universitário da Beira Interior, no Teatro Municipal da Covilhã. Organizado pelo grupo de teatro da Universidade da Beira Interior, o TeatrUBI, e pela companhia de teatro ASTA, o Ciclo recebe pela primeira vez um espetáculo do continente africano. 

  O Ciclo de Teatro Universitário da Beira Interior é o mais antigo, ininterrupto, de Portugal e na edição de 2016, recebe 12 companhias de teatro, além do TeatrUBI e da ASTA, vindas de Portugal, da Espanha, da Itália e de Cabo Verde. 

  Para o diretor artístico da ASTA e do Ciclo, Sérgio Novo, o evento permite que não só os estudantes universitários, mas também a população da Covilhã tenha contato com a produção cultural de outros países. O evento não terá apenas atuações faladas, como também apresentações de expressão corporal e dança. As apresentações começam às 21h30min.

  Os bilhetes para as apresentações podem ser encontrados na bilheteria do Teatro Municipal da Covilhã nos valores de 5 euros (normal) e 2,50 euros (sócios ASTA, sócios TeatrUBI, estudantes e pessoas acima dos 65 anos). Para quem tem interesse em assistir todos os espetáculos, é possível adquirir o bilhete geral nos valores de 45 euros (normal) e 25 euros (sócios ASTA, sócios TeatrUBI, estudantes e pessoas acima dos 65 anos). 

Peça Sangue e Outras Substâncias abrirá o 20º Ciclo de Teatro Universitário da Beira Interior

  Nascer, crescer, viver e morrer. A vida e os percalços nela enfrentados são o tema de fundo da peça Sangue e Outras Substâncias que será apresentada na abertura do Ciclo de Teatro Universitário. Uma produção do TeatrUBI em parceria com a ASTA, a peça surge de um processo de criação coletiva no qual atores são também criadores e roteiristas. 

  O diretor do TeatrUBI, Rui Pires, explica que a obra surgiu a partir de um conjunto de improvisos no vazio feito pelos atores e que depois passaram por uma seleção. Não há cenário, mas luzes, corpos em movimento, sons e imagens. Já Sérgio Novo ressalta que o destaque dado ao apelo visual da peça acontece para que não haja barreiras de compreensão, levando em conta que, após o ciclo de teatro, a peça será apresentada em outros países.

Peça estreia dia 3 de março às 21h30min. Foto: Fábio Giacomelli

Sangue e Outras Substâncias será apresentada entre os dias 3 e 5 de março.
Foto: Fábio Giacomelli
Conheça os atores

Iuri Lopes tem 28 anos, é formado em Publicidade e Propaganda, no Brasil, e faz mestrado em Comunicação Estratégica na Universidade da Beira Interior. É um dos mais de 150 brasileiros que estudam na UBI e é a primeira vez que atua em um palco de teatro. 

Edmilson Gomes é outro sotaque diferente em meio aos portugueses. Nasceu em São Tomé e Príncipe, mas mora há alguns anos em Portugal. Tem 19 anos e cursa Ciência Política na UBI. É um dos mais experientes na área da atuação, tendo já estudado em uma escola de teatro e feito outras peças.

Filipa Pinto tem 18 anos e faz licenciatura em Ciências da Cultura na UBI. Mesmo não se reconhecendo como atriz, já atuou em outras peças. 

Gonçalo de Morais tem 25 anos dos quais passou 7 na companhia de teatro ASTA. É o ator mais experiente da peça tendo já trabalhado em curtas-metragens e em campanhas publicitárias. É mestre em Comunicação Estratégica pela UBI.

Helena Ribeiro tem 22 anos e cursa Ciências da Cultura na UBI. Atriz por acaso, Sangue e Outras Substâncias é a sua primeira peça, na qual começou como assistente de direção antes de subir ao palco.


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